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Romário em decadência: Delatado por Cabral por receber propina de Pezão e Descartado por Bolsonaro, o baixinho perde eleições para candidato de Lula nas pesquisas

Por Tribuna em 24/05/2022
Romário em decadência: Delatado por Cabral por receber propina de Pezão e Descartado por Bolsonaro, o baixinho perde eleições para candidato de Lula nas pesquisas

Considerado por muitos como um dos piores senadores que o Rio de janeiro já teve, o baixinho tem uma atuação pífia em Brasília, "Romário, não esteve presente nas recentes lutas do Rio de Janeiro, seja dos royalties, da privatização do Santos Dumont, ou agora na questão das refinarias no Nordeste que podem tirar empregos e impostos do nosso estado", afirma Quintino editor do Diário do Rio.

E continua dizendo que o baixinho, se vangloria justamente do pior que há no universo parlamentar brasileiro: suas emendas orçamentárias para favorecer bases eleitorais.

Sem contar as denúncias que gastou emendas em livros que nunca ninguém nem leu e sua candidatura a governador em 2018, em que foi uma verdadeira vergonha sua presença em debates.

Como senador, é um excelente jogador.

A CNN reporta o acordo de delação premiada com a Polícia Federal, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, relatou que o PMDB (hoje MDB) teria pago, de forma indevida, o então senador Romário para que ele, supostamente, apoiasse a candidatura de Pezão, no segundo turno das eleições de 2014, para o governo do Rio.

Cabral delatou que o acordo teria sido fechado em R$ 5 milhões e mais a promessa de que Romário poderia indicar o presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec).

O relato feito por Cabral consta no relatório policial número 091 /2019, que faz parte do conteúdo da delação premiada, a que a CNN teve acesso. Em notas à CNN, o senador Romário e os demais os citados por Cabral negam as participações nos crimes.

Do valor acertado, segundo Cabral, Romário teria recebido R$ 3,5 milhões e o pagamento teria sido viabilizado por Hudson Braga, então subsecretário estadual de Obras do governo.

Para os delegados da Polícia Federal, que ouviram o ex-governador do Rio, o acordo entre Romário e o PMDB, se de fato aconteceu, “configura, em tese, a prática dos crimes de Corrupção Passiva (art, 317 do CP) e Corrupção Ativa (art. 333 do CP)”. “O repasse teria sido feito por Hudson Braga junto uma pessoa indicada por Romário e que foi seu assessor e responsável pelas finanças da campanha ao Senado Federal, em 2014”, afirmou Cabral aos investigadores.

Romário já apoiou também a Dilma  “Fiquei feliz de a Dilma ter sido eleita. Eu estava apoiando e acho que ela vai trilhar o caminho de Lula“.

Mas quando Bolsonaro ganhou, Romário se descobriu um conservador de primeira ordem, e em 2021 deu uma declaração criticando Lula e Dilma.

“Se você me perguntar, eu acho que o Bolsonaro é um presidente que tem feito coisas positivas para o nosso país. Erra em alguns momentos, principalmente nesses últimos 2 anos com a pandemia. Deixou de ter algumas ações, na minha opinião falou algumas coisas que poderia não ter falado. Tomou algumas decisões que poderia não ter tomado..” O palavreado é o de menos.

E vale ressaltar que Romário já apoiou Eduardo Paes,  Crivella, Garotinho… onde há governo, estava lá o Peixe.

Para tentar surfar na onda, Romário tenta emplacar a mãe de Carlos,  Rogéria Bolsonaro como suplente na chapa ao Senado pelo Rio, mas Bolsonaro parece não gostar, pois nas eleições de 2020, vinte anos após ser derrotada pelo próprio filho Carlos Bolsonaro, Rogéria tentou ocupar uma das 51 cadeiras do Palácio Pedro Ernesto, mas obteve apenas 2.034 votos, ficando na 229ª posição na disputa para vereador.

Em entrevista ao jornalista Claudio Magnavita, do jornal Correio da Manhã, Bolsonaro fica claramente desconfortável ao ser perguntado se “Romário é o seu Senador”. O presidente se afasta da questão e diz claramente que o Baixinho “é da cota do Valdemar da Costa Neto”. Como para bom entendedor meia palavra basta, Bolsonaro deixa claramente no ar que, por ele seria outro candidato. Romário não é da sua cota.

Sem um apoio forte de Bolsonaro é capaz de o ex-jogador ser em 2023 um ex-senador.

O senador Romário (PL) não conta de verdade com o apoio de Bolsonaro, que está na cota do enrolado Valdemar da Costa Neto, e com o apoio de Lula, o deputado André Ceciliano (PT) ultrapassa Romário (PL), na disputa ao Senado pelo Rio de Janeiro.

Essa é grande novidade revelada pela pesquisa do Ipec, realizada entre os dias 19 e 22 de maio, com 1.008 entrevista, em todo o Estado do Rio de Janeiro, a pedido da Rio Indústria.

Segunda a pesquisa, Andre Ceciliano teria 40% dos votos, contra 34% de Romário, acima da margem de erro da amostra, de 3 pontos percentuais. Dos eleitores ouvidos, 20% afirmam que anulariam o voto e 5% não souberam responder.

Para Presidente da República, a pesquisa revela que Bolsonaro perdeu força no estado e Lula continua liderando no estado, com 46% dos votos, contra 31% de Jair Bolsonaro, num cenário que leva em conta vários outros candidatos. Nesta simulação, Ciro Gomes aparece com 4% e João Dória, que anunciou que sairá da disputa, com apenas 2%. André Janones, Felipe D`Ávila e Simone Tebet aparecem com 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram.

Fonte: Diario do Rio, CNN, Veja, O Globo, O dia, BBC News/Núcleo de Conteúdo: TRIBUNADigitalImagem:Redes Sociais

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