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Ministério da Defesa faz vergonha com Nota Oficial

Por Tribuna em 08/07/2021
Ministério da Defesa faz vergonha com Nota Oficial

Que recado mal feito foi esse? Uma ameaça ao legislativo? Ou a democracia?

“O Ministro de Estado da Defesa e os Comandantes da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira repudiam veementemente as declarações do Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, Senador Omar Aziz, no dia 07 de julho de 2021, desrespeitando as Forças Armadas e generalizando esquemas de corrupção.

Essa narrativa, afastada dos fatos, atinge as Forças Armadas de forma vil e leviana, tratando-se de uma acusação grave, infundada e, sobretudo, irresponsável.

A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são instituições pertencentes ao povo brasileiro e que gozam de elevada credibilidade junto à nossa sociedade conquistada ao longo dos séculos.

Por fim, as Forças Armadas do Brasil, ciosas de se constituírem fator essencial da estabilidade do País, pautam-se pela fiel observância da Lei e, acima de tudo, pelo equilíbrio, ponderação e comprometidas, desde o início da pandemia Covid-19, em preservar e salvar vidas.

As Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às Instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro.

Walter Souza Braga Netto
Ministro de Estado da Defesa

 

Alte Esq Almir Garnier Santos
Comandante da Marinha

 

Gen Ex Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Comandante do Exército

 

Ten Brig Ar Carlos de Almeida Baptista Junior
Comandante da Aeronáutica”

 

Após a divulgação da nota, Omar Aziz disse no plenário do Senado que a fala foi "pontual" e que as Forças Armadas não devem intimidá-lo.

"Minha fala hoje foi pontual, não foi generalizada. E vou reafirmar o que eu disse lá na CPI. Pode fazer 50 notas contra mim, só não me intimida. Porque, quando estão me intimidando, vossa excelência não falou isso, estão intimidando esta Casa. Vossa excelência não se referiu à intimidação que foi feita", disse Aziz ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

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Da Redação 

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