Informação, publicidade e prestação de serviços a comunidade | 26 de Maio de 2022

Lula venceria Bolsonaro num segundo turno em 2022

Por Tribuna em 11/05/2021
Lula venceria Bolsonaro num segundo turno em 2022

Por: Phil Thomas

Lula venceria Bolsonaro num segundo turno em 2022

Uma nova pesquisa do Atlas Político, divulgada na segunda-feira (10) pelo  El País, mostra que o ex-presidente Lula é o único candidato capaz de vencer Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno em 2022. Em um cenário como esse, Lula teria 45,7% das intenções de voto e Jair Bolsonaro 41%.

Embora com poucos detalhes, os indicadores mostram o crescimento de Lula, o que faz sentido, diante das denúncias contra Bolsonaro na condução do combate ao crise sanitária.

Erundina e Boulos rifam o apoio a Lula em 2022

Uma ala do PSOL minoritária do já (minúsculo partido), lançou ontem (10) a pré-candidatura do deputado federal Glauber Braga (RJ) à Presidência da República, ampliando a crise interna na legenda, que se divide entre apresentar um nome próprio nas eleições de 2022 e defender o apoio ao ex-presidente Lula (PT).

A deputada federal Luiza Erundina (SP) é uma das signatárias do texto pró-Glauber, o que a distancia pelo menos no debate sobre a corrida ao Planalto do ex-presidenciável Guilherme Boulos, de quem a veterana parlamentar foi vice na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2020.

O que pensam no PT?

Sobre o assunto a coluna conversou com um forte aliado de Lula que respondeu ”preferem um holofote, para garantir eleição de deputado. Preterir Lula é coisa de neófitos em política”.

Saúde Pública da Inglaterra referenda vacina AstraZeneca como eficiente

Dados sobre a distribuição da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca mostram que uma dose do medicamento resulta em uma diminuição de 80% do risco de morrer da doença, informou a Saúde Pública da Inglaterra (PHE) na segunda-feira (10).

A entidade também disse que a proteção da vacina Pfizer-BioNTech contra morte aumenta de aproximadamente 80% após uma dose para 97% após duas doses, em sua nova análise. A PHE disse que o estudo foi o primeiro sobre proteção da vacina da AstraZeneca contra a mortalidade com base em dados de situações do mundo real.

O estudo analisou novos casos sintomáticos de Covid-19 entre dezembro e abril e de pessoas que morreram 28 dias depois de terem um exame positivo, de acordo com a situação de vacinação.

O crescimento da indústria...

Após recuar em fevereiro, o desempenho da atividade das fábricas brasileiras voltou a melhorar em março, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Levantamento da entidade mostra que todos os indicadores industriais tiveram alta em março.

O faturamento da indústria cresceu 2,2% em março, já considerando os efeitos sazonais nessa comparação – em fevereiro, houve uma retração de 3,3%. Em relação a março do ano passado – primeiro mês impactado pela pandemia de Covid-19 –, a alta nas vendas do setor foi de 12,7%. O faturamento do primeiro trimestre deste ano superou em 7,5% o desempenho do mesmo período de 2020.

Março registrou perda de 34,% para restaurantes, bares, lanchonetes e padarias

Com reflexo do fechamento de estabelecimentos em razão das medidas de enfrentamento da segunda onda de Covid-19, o consumo em restaurantes, bares, lanchonetes e padarias teve queda de 34,2% em março, se for comparado aos níveis de período equivalente de antes da pandemia.

O levantamento foi feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base em pagamentos realizados com cartões de alimentação e refeição da bandeira Alelo em todo o país. A variação da pesquisa é medida contra os resultados do mesmo período de 2019, já que a ideia é comparar com os fluxos de um ano completo sem pandemia

Carne suína chega o menor patamar desde agosto de 2019 na China

Os contratos futuros do suíno vivo na China recuaram quase 7% hoje (10), cravando o maior declínio desde que o contrato foi lançado, em janeiro, diante de uma queda nos preços no mercado físico do país. O vencimento mais ativo na bolsa de commodities de Dalian fechou em baixa de 6,72%, a 25.005 iuanes (US$ 3.891,22) por tonelada.

Os preços dos suínos tiveram forte queda desde o final de abril, atingindo hoje (10) 20,29 iuanes por kg, menor patamar desde agosto de 2019, à medida que grandes volumes de animais pesados continuam sendo levados ao abate, disseram analistas.

Produtores que esperavam preços mais altos apostaram na criação de porcos mais pesados para lucrar com essas cotações. No entanto, surtos inesperados de doenças suínas ao longo do inverno local levaram muitos produtores a enviar porcos para o abate mais cedo, o que fez com que os preços despencassem desde março e afetou a confiança entre os produtores.

“Em vários lugares ainda há uma pressão dos suínos mais pesados”, disse Xiong Kuan, analista da Cofco Futures, em nota. Os preços, no entanto, podem atingir um piso em breve e tendem a subir a partir do terceiro trimestre, já que a temporada de chuvas no país acarreta maior incidência de doenças, acrescentou Kuan. (com Reuters).

Facebbok recua e volta liberar usuário para interagir

Desde que anunciou a nova política de privacidade no início deste ano, o WhatsApp vem sofrendo forte resistência entre os usuários do aplicativo. Muitos migraram até mesmo para empresas concorrentes como o Telegram ou Signal. O mensageiro mais usado no mundo até alterou o prazo para aceite da mudança, mas parece que Mark Zuckerberg não aguentou a pressão – pelo menos na Índia.

Isso porque, segundo um tweet da Press Trust of India, o WhatsApp decidiu cancelar o prazo final de 15 de maio. O veículo afirma que nenhuma conta será excluída se os novos termos não forem aceitos pelos usuários.

Anteriormente, qualquer usuário que não aceitasse os novos termos do mensageiro teria o app colocado num modo de suspensão inédito: mensagens poderiam ser recebidas, mas lidas somente através das notificações, o perfil poderia receber e atender chamadas, mas não as efetuá-las, e a única coisa disponível dentro do app seria a tela para concordar com o compartilhamento de dados com o Facebook.

Dólar

O mercado atento a reformas em curso no Congresso, e estabilizou a cotação do dólar que terminou a segunda-feira em ligeira alta contra o real, ganhando 0,03% e negociado a R$ 5,22 na venda, patamar ainda em torno de mínimas em quatro meses, com operadores mantendo posições num dia sem grandes catalisadores para o mercado.

O noticiário de Brasília também segue na mira dos agentes financeiros, sobretudo o relacionado à agenda de reformas. A tramitação e o formato da reforma tributária devem ser definidos nesta semana, disse hoje o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Ibovespa

O Ibovespa encerrou em queda de 0,11% aos 121.909 pontos o pregão na segunda-feira (10), zerando ganhos depois abrir a sessão em alta, pressionado pelo exterior misto e pela correção nos preços do minério de ferro após disparada de 10% na madrugada. Durante o pregão, o índice brasileiro bateu a máxima de 122.772,37 pontos, embalado, principalmente, pela alta dos papéis da Vale (VALE3), que renovaram recorde intradia na esteira do salto nos futuros do minério.

Wall Street

Wall Street, viu o índice Nasdaq, referência para as ações de tecnologia, fechou em queda de 2,5% na sessão aos 13.401 pontos, com temores relacionados à inflação levando investidores a ampliar o movimento de rotação setorial para papéis que podem se beneficiar da reabertura econômica norte-americana.

O movimento atingiu ainda o S&P 500, que terminou em baixa de 1,04% aos 4.188 pontos. As ações dos segmentos de indústria e saúde limitaram a queda do Dow Jones, mas o índice reverteu a trajetória ao fim da sessão para interromper uma sequência de três dias de máximas recordes de fechamento, encerrando com recuo de 0,10% aos 34.742 pontos. Nada mau para a primeira maior economia do planeta.

Publicidade
Aguarde..