Informação, publicidade e prestação de serviços a comunidade | 26 de Maio de 2022

Lula venceria Bolsonaro nos dois turnos das eleições para presidente em 2022

Por Tribuna em 13/05/2021
Lula venceria Bolsonaro nos dois turnos das eleições para presidente em 2022

Por: Phil Thomas

Lula venceria Bolsonaro nos dois turnos das eleições para presidente em 2022

Uma pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (12) pelo Datafolha mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente do presidente Jair Bolsonaro nos dois turnos das eleições presidenciais de 2022.

Segundo o levantamento Lula tem 41% das intenções de voto no primeiro turno contra 23% de Bolsonaro. Na sequência aparecem os nomes de Sergio Moro (7%); Ciro Gomes (6%); Luciano Huck (4%); João Doria (3%) e empatados, por último, Luiz Henrique Mandetta e João Amoêdo, com (2%). Das pessoas ouvidas, 9% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados e outras 4% afirmaram que estão indecisas.

Pesquisa expontânea...

Já na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é sugerido, Lula aparece com 21% das intenções de voto, seguido por Bolsonaro, com 17%, dentro margem do empate técnico; Já Ciro Gomes aparece com 1%. Outros candidatos, somados, aparecem com 2%. Brancos e nulos somam 8% e 49% dos entrevistados não souberam responder.

Venceria contra qualquer candidato

Em um eventual confronto no segundo turno, o petista novamente aparece na frente, com 55% das intenções de voto contra 32% do atual presidente da República. Lula “herdaria” os votos de Doria, Ciro e Huck, enquanto Bolsonaro ficaria com a maior parte do eleitorado de Sergio Moro. Contra Moro, Lula reduziria a vantagem, fazendo 53% contra 33% do ex-ministro da Justiça. Já contra Doria a vitória seria ampliada em 57% contra 21% do atual governador de São Paulo.

A pesquisa eleitoral 2022 do Datafolha ouviu 2.071 pessoas de forma presencial em 146 municípios brasileiros nos dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

EUA está com excesso de vagas de empregos

Um McDonald's em Tampa, no Estado americano da Flórida, oferece US$ 50 (R$ 262) a quem aparecer para uma entrevista de emprego. Enquanto isso, a Delta Airlines teve que cancelar uma centena de voos por falta de pessoal. As vagas de emprego aumentam em muitas partes dos Estados Unidos, mas algo estranho está acontecendo.

Após o início da pandemia de covid-19 e as restrições impostas por ela elevarem o desemprego a níveis recordes, agora que a situação melhorou e a vacinação está avançando, muitas empresas se deparam com um problema inesperado: não conseguem encontrar candidatos para preencher as vagas.

De acordo com a Federação Nacional de Empresas Independentes dos Estados Unidos, 40% dos empregadores questionados em fevereiro disseram não ter encontrado trabalhadores para preencher novos empregos. Bill Dunkelberg, economista-chefe da entidade, disse que "encontrar trabalhadores qualificados se tornou uma questão crítica para as pequenas empresas em todo o país".

Brasileiro terá perda do poder aquisitivo

O rendimento do brasileiro deve cair 1,3% ao fim de 2021, segundo levantamento feito pelo BC (Banco Central) com economistas divulgado na quarta-feira (12). A maioria dos entrevistados também projeta que o PIB (Produto Interno Bruto) deve alcançar os níveis observados antes da pandemia de Covid-19 no quarto trimestre deste ano.

A questão levava em conta a renda proveniente do trabalho. O mercado estimou que os ganhos efetivos, quando são incluídas outras fontes além do emprego, devem subir 0,6% no ano, percentual é que considerado estabilidade.

Em relação ao PIB, quem não vê uma recuperação da atividade ainda neste ano, projeta que a retomada do patamar pré-crise sanitária ocorra no primeiro trimestre do ano que vem. As questões foram enviadas antes da reunião mais recente do Copom, que ocorreu em 4 e 5 de maio. As respostas contribuem para o conjunto de informações que subsidiam a decisão sobre a Selic, taxa básica de juros.

STF decide que ICMS do calculo do PIS e da Cofins retroage a março de 2017

A ministra Cármen Lúcia votou na quarta-feira (12) para que o STF (Supremo Tribunal Federal) declare que a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins vale desde março de 2017, quando a corte firmou esse entendimento.

A posição da magistrada, que é relatora do caso, representa uma derrota para o governo federal, que pede para o Supremo estabelecer que a regra sobre o imposto só tem efeito daqui em diante.

As empresas, por sua vez, solicitam ao STF que a exclusão do ICMS da base de cálculo das duas contribuições tenha efeito retroativo ilimitado.

Como a lei estabelece que o contribuinte só pode requerer a devolução de imposto pago nos últimos cinco anos, o voto de Cármen reduz um pouco o prejuízo à União, uma vez que para ela a regra deve ser aplicada desde o último julgamento do tema, que ocorreu 4 anos e 2 meses atrás.

Amazon investiu US$ 700 milhões para combater fraudes

Relatório da Amazon divulgado nesta semana mostra que a companhia destruiu mais de dois milhões de itens falsificados no ano passado. Para proteger a marca foram feitos investimentos de US$ 700 milhões

Os produtos foram apreendidos no centro de distribuição, antes de serem enviados, e, segundo a companhia, a ação foi para que esses itens não fossem vendidos de novo. Ainda segundo o relatório, seis milhões de tentativas de criação de contas na plataforma foram impedidas e apenas 6% das tentativas para registrar contas para anúncios foram aceitas.

Dólar

O dólar comercial fechou o dia em alta de 1,59%, cotado a R$ 5,306 na venda, com alta de R$ 0,083 (+1,58%). A moeda norte-americana chegou a operar em queda durante a maior parte da manhã, mas reverteu o movimento por volta das 12h, quando foi divulgada a inflação norte-americana em abril. Apesar da alta de hoje, a divisa acumula queda de 2,33% em maio e valorização de 2,25% em 2021.

Ibovespa

O Ibovespa perdeu o patamar dos 120 mil pontos na sessão de ontem (12) e fechou em queda de 2,65%, aos 119.710,03 pontos. Foi a maior queda diária em mais de dois meses, desde 8 de março (-3,98%). O mercado foi influenciado pela divulgação de dados sobre a inflação nos Estados Unidos em abril, com números mais altos do que o esperado.

Wall Street

O recrudescimento do pessimismo vem após o juros de 10 anos das Treasuries se aproximar de 1,7%, atingindo 1,695%. Neste momento, o yield diminuiu a alta, sendo cotado a 1,683%, alta de 3,72%. Esse movimento afetou os índices americanos, que também renovaram as mínimas, com Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq recuando respectivamente 1,87%, 2,08% e 2,59%.

Os juros dos títulos de 10 anos reagem à inflação americana divulgada ontem (12), que veio acima da previsão dos economistas. Os analistas do ING avaliam, em relatório, que há evidências de que a inflação ocasiada pela disrupção da oferta de alguns produtos está se difundindo pela cadeia de preços americanas, aumentando as dúvidas de que o Federal Reserve manterá o posicionamento de elevar as taxas de juros somente em 2024.

A inflação americana medida pelo (IPC) teve alta de 0,8% em abril, acima do consenso de 0,2% e da leitura anterior de 0,6%.

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