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Entrevista com o médico e Deputado Estadual PEDRO RICARDO

Defender os direitos do cidadão fluminense é minha obrigação e faço isso todos os dias

Por Tribuna em 05/08/2022
Entrevista com o médico e Deputado Estadual PEDRO RICARDO

O Deputado Pedro Ricardo é médico cardiologista, nascido e criado em Saquarema, onde foi Vereador, Vice-Prefeito e Secretário de Saúde.

Galgou sua carreira política degrau por degrau, acumulando experiências que coloca em prática, hoje, na linha de frente legislativa, principalmente, em defesa da saúde e buscando melhorias por meio de destinação de recursos para o desenvolvimento dos municípios do Rio de Janeiro

Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, assumiu a Presidência da Comissão de Defesa dos Animais e faz parte das Comissões de Saúde, da Pessoa com Deficiência, Educação e Comissão de Redação da Alerj.

O entrevistado de hoje é o candidato a Deputado PEDRO RICARDO

Tribuna da Imprensa - A presença do Estado nas questões que afligem a população, onde as questões da saúde, segurança, educação, ambiental, mobilidade urbana e liberdade de expressão são temas fundamentais, para parlamentares, que na linha de frente do legislativo, precisam estar atentos e manter postura vigilante, cobrando das autoridades o cumprimento dos direitos. Como o candidato pretende atuar na defesa desses direitos?

Dep. Pedro Ricardo - Defender os direitos do cidadão fluminense é minha obrigação e faço isso todos os dias, em todas as áreas. Mas como médico, minha luta predomina na área da saúde, elaborando projetos de qualificação dos profissionais da saúde e defendendo melhores condições de trabalho para eles, elaborando, também, projetos de clínicas de atendimentos especializados, prevenção de doenças, fiscalização aos planos de saúde… pleiteando, junto ao governo do Estado, o maior número possível de postos e hospitais de atendimentos à saúde, medicamentos, isso é o mais importante.

A saúde é um problema nacional, o SUS tem fama de oferecer um péssimo atendimento gratuito de saúde e a gente precisa mudar isso, pensar numa reestruturação que melhore, de fato, e ampare a questão de saúde de cerca de 17 milhões de habitantes que vivem no estado do Rio.

Esse é o meu maior papel no legislativo, mas, isso não significa que deixo de lado outras questões, também, tenho pleiteado ao governo melhoras na infraestrutura da educação, mais postos de segurança nos municípios fluminenses e programas de segurança pelo estado, tenho brigado pelo funcionamento decente do transporte público do estado, como ônibus e trens e continuarei representando o cidadão do estado sempre que for necessário. 

Tribuna da Imprensa -  Além da saúde, quais são as outras pastas que o Sr. é mais atuante?

Dep. Pedro Ricardo - Sou um político da rua, gosto de estar em campo e buscar toda e qualquer demanda espalhada pelos quatro cantos do estado do Rio, em todas as áreas. Gosto de conhecer os municípios, a baixada, a periferia, a zona sul, norte. Gosto de conhecer as pessoas e ouvi-las. Me considero um deputado municipalista, atuante no desenvolvimento das cidades e no desenvolvimento regional, pleiteando, junto ao governo do Estado, benfeitorias, obras, infraestrutura, postos de saúde, equipamentos, cursos, projetos esportivos, tudo que eu possa buscar para fazer um município uma região progredir.

Tribuna da Imprensa - Uma das maiores preocupações da sociedade é quanto à lisura do seu representante, no cumprimento de um programa, pré-anunciado pelo postulante a cadeira legislativa. No seu caso qual é a sua prioridade?

Dep. Pedro Ricardo - É tão difícil a gente falar desse assunto nos dias de hoje, onde o político é descredibilizado, dias em que a população está cansada, não aguenta mais ser enganada… só que não podemos deixar de acreditar. A honestidade e a honra em cumprir o que foi dito, lutar e defender os direitos dos cidadãos, buscar progresso, resultados, buscar mudança. A minha prioridade é continuar com o pacote de ações parlamentares, que hoje já são mais de 250, em busca de dias melhores.

Tribuna da Imprensa - A mulher tem sido constantemente ameaçada a sua liberdade, vem sofrendo discriminação e vemos hoje, uma sequência de atos de violência, quase sempre, anunciado, sem que a autoridade judiciária tome providencias, o que traz indignação e inquietação geral. Qual será a postura de se mandato neste tema?

Dep. Pedro Ricardo - É inadmissível o que está acontecendo nos dias de hoje. É inadmissível que a polícia do RJ tenha recebido mais de 647 mil ligações com denúncias de violência contra a mulher. É muito importante que a gente aprofunde essa discussão, que a gente apoie e busque, de mãos dadas com as mulheres, mais conforto e segurança, desenvolvendo leis mais rígidas de proteção e respeito à mulher do estado do Rio.

Tribuna da Imprensa - A cada grupo de dez eleitores, sete não declaram seu voto, ou não pretendem votar nas eleições de 2 de outubro. Isso se dá entre outros, em reflexo as constantes denúncias de corrupção de agentes públicos, que são os principais responsáveis pela lisura e proteção ao patrimônio. Como o candidato pretende atuar para coibir essa anomalia, chamada corrupção?

Dep. Pedro Ricardo - A corrupção está incutida na cultura da política nacional e é uma questão gravíssima, que descredibiliza o trabalho dos parlamentares que realmente representam o cidadão fluminense. Recentemente participei da Comissão da Covid, responsável pela fiscalização dos gastos da saúde durante a pandemia e responsável, também, pelo impeachment do Witzel. Sou ficha limpa, enfrento a corrupção de frente e sempre irei combate-la.

Tribuna da Imprensa – Deixe uma mensagem final para nossos leitores?

Dep. Pedro Ricardo - No Brasil, uma mulher é morta a cada duas horas. Em 2018 foram registrados 51.589 assassinatos. Os números se multiplicam. A taxa de homicídios é aproximadamente 30 vezes maior do que a Europa. 

No relatório do PISA, o país se mantém estagnado desde 2009 no quesito educação, e amarga as últimas colocações no ranking mundial que faz o levantamento junto a 70 países.

Na Mobilidade Urbana, vivemos o caos. As ruas e as rodovias não foram pensadas para a circulação de automóveis que temos hoje. Mais especificamente, o Brasil, “deu as costas” para outras opções de transporte, como, por exemplo, os trens.

A qualidade da saúde pública no Brasil deixa desejar. Em 2021, a nação investiu apenas 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em saúde - valor bem menor que a média mundial de 15,3%, considerando países membros da OCDE.

Segundo o relatório “Aspectos Fiscais da Saúde no Brasil”, publicado pelo Banco Mundial, a maior parte dos gastos é bancada por organizações privadas, enquanto somente 45% do total de investimentos vêm do setor público.

ASSISTA O VÍDEO DO DEPUTADO ATUANDO

Fotos de divulgação

Por Ralph Lichotti - Advogado e Jornalista, Diretor do Tribuna da Imprensa, Secretário Geral da Associação Nacional, Internacional de Imprensa - ANI, Ex-Presidente da Comissão de Sindicância e Conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa - ABI - MTb 31.335/RJ

 

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