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Brasileiros estão comprando menos

Por Tribuna em 25/05/2021
Brasileiros estão comprando menos

Por: Phil Thomas 

Brasileiros estão comprando menos

A intenção de compra dos brasileiros voltou a registrar queda no segundo mês mais importante do ano para o comércio. O indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 1,6% em maio, após ajuste sazonal, alcançando 67,5 pontos, o menor nível desde agosto de 2020. É a segunda taxa negativa consecutiva e indica o pior maio da série histórica (2010). Em relação ao mesmo período de 2020, houve retração de 17,3%.

Por outro lado, a redução do indicador desta vez foi menor do que no mês anterior, sinalizando uma melhora do pessimismo das famílias. Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a suavização em maio acompanha o calendário de vendas do setor e atende minimamente às expectativas dos comerciantes para o Dia das Mães, segunda data mais importante do varejo brasileiro.

A ICF de maio mostrou que a maioria dos entrevistados (42,9%) considera que a sua renda piorou em relação ao ano passado, contra 41,3% no mês anterior e 31% em maio de 2020. Outro dado que impactou o indicador foi referente à perspectiva de consumo. A maior parte das famílias acredita que vai consumir menos nos próximos três meses: 58,1%, a maior parcela desde outubro de 2020. Este percentual ficou acima dos 56,5% no mês anterior e dos 50,9% observados em maio de 2020.

Fonte limpa: Pazuello vai para reserva...

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou ontem (24) que é provável que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello seja punido por ter participado no domingo de uma manifestação política com o presidente Jair Bolsonaro, mas ponderou que o general pode pedir transferência para a reserva, o que atenuaria o problema criado por ter participado no ato. No mais alto comando das forças armadas a exemplo do legislativo e o judiciário, “tudo se resolve”.

Um novo partido para Bolsonaro

O Aliança pelo Brasil, do presidente Jair Bolsonaro não se concretizou. Há nove meses sem partido ele passou a ser procurado por outras siglas com promessas que vão da fidelidade em votações no Congresso, controle de diretórios regionais a dinheiro para bancar sua campanha à reeleição, em 2022. O presidente admitiu o "assédio" de ao menos quatro legendas, mas disse que está conversando para decidir qual proposta aceitará.

Já foi filiado a oito partidos

O Progressistas, o PTB e o PSL, a outra não revelada. Todos confirmaram conversas com Bolsonaro. No PSL a reconciliação está distante e depende de um processo de pacificação interna na legenda, que inclui extinguir punições impostas a 19 deputados aliados ao governo, entre eles o filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (SP).  Além do PP e PSL, Bolsonaro já foi filiado ao PDC (1990-1993), PPR (1993-95), PPB (1995-2003), PTB (2003-2005), PFL (2005) e PSC (2016-2017).

Nova Jersey – EUA libera o uso de máscara

O estado de Nova Jersey deixará de exigir, a partir da próxima sexta-feira (28), que as pessoas vacinadas contra a Covid-19 usem máscaras quando estiverem em lugares fechados. Uma liberação semelhante ocorreu em Nova York, na semana passada. O governador de Nova Jersey, Phil Murray, advertiu que os comércios poderão continuar a exigir que funcionários e clientes usem máscaras dentro das instalações.

A criptomoeda brasileira

O Banco Central do Brasil – BCB deu mais um passo para introduzir o país na nova onda de moedas digitais. A autoridade monetária disse que o objetivo é o de promover inovação nos meios de pagamentos, no que seria uma necessidade pela acelerada transformação digital em andamento na economia global.

“A discussão sobre a emissão de moedas digitais pelos bancos centrais (em inglês, Central Bank Digital Currencies – CBDCs) ganhou proeminência ao longo dos últimos anos. O BCB – de modo a compor esforços com ações da Agenda BC# – tem promovido discussões internas e com seus pares internacionais visando ao eventual desenvolvimento de uma CBDC”, disse o BCB na divulgação da proposta nesta segunda-feira (24/05).

A ideia é acompanhar o dinamismo da evolução tecnológica da economia brasileira, que visa aumentar a eficiência do sistema de pagamentos de varejo e contribuir para o surgimento de novos modelos de negócio e de outras inovações baseadas nos avanços tecnológicos. Além disso, a proposta tem também como objetivo favorecer a participação do Brasil nos “cenários econômicos regional e global, aumentando a eficiência nas transações transfronteiriças.”

O ouro do agronegócio

A média diária de exportação de soja do Brasil alcançou 842,9 mil toneladas até a terceira semana de maio, alta de 19,5% ante o mesmo mês de 2020, mostraram dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) hoje (24).

O ritmo de embarques permanece aquecido com a colheita de uma safra 2020/21 recorde da oleaginosa perto do fim, mas recuou ligeiramente em relação à semana anterior, quando estava em 880 mil toneladas por dia. Ainda de acordo com a Secex, a média de vendas externas de petróleo atingiu 301,7 mil toneladas ao dia até a terceira semana do mês, uma queda ante os 412,8 mil ao dia registrados em maio do ano passado.

Dólar

O dólar recua contra o real na segunda-feira (24), perdendo 0,47% e negociado a R$ 5,3283 às 10h12, horário de Brasília, com operadores de todo o mundo trabalhando em modo de espera no aguardo de dados de inflação dos Estados Unidos e em busca de pistas sobre o destino da política monetária do Federal Reserve.

Os futuros dos índices dos Estados Unidos apontam para abertura em alta no início do dia, ainda com otimismo de uma mudança na política monetária sinalizada na ata de abril do Fomc (Comitê Federal de Mercado de Capitais).

Ibovespa

O principal índice da Bolsa de São Paulo fechou a sessão de ontem (24) se aproximando do recorde de fechamento de 125.076 pontos marcado em janeiro deste ano. O Ibovespa encerrou em alta de 1,17%, a 124.031 pontos, na esteira do bom humor no exterior. O noticiário corporativo ainda impulsionou os papéis que puxaram o índice.

A unit do Banco Inter liderou as altas da sessão, em avanço de quase 25%, com anúncio de que a Stone irá adquirir uma fatia de 4,99% do banco, com investimento limitado a R$ 2,5 bilhões. 

Os papéis preferenciais da Petrobras também ajudaram no avanço do Ibovespa, em alta de 1,70%, impulsionados pelo aumento dos preços do petróleo na sessão. As tratativas com o Irã sobre o pacto nuclear estão no centro das atenções nesta semana e justificam a alta de 3% da commodity, de acordo com o analista da Clear.

Wall Street

As bolsas norte-americanas encerraram a sessão em alta, com bons fluídos das reaberturas no país dando o marco da recuperação dos mercados, após as quedas da semana anterior. As altas de papéis das gigantes tecnológicas, como Alphabet, Facebook e Microsoft, avançaram mais de 2% e impulsionaram o Nasdaq.

Como consequência no fechamento, o S&P 500 teve alta de 0,99% aos 4.197 pontos, o Nasdaq avançou 1,41% aos 13.661 pontos e o Dow Jones terminou em alta de 0,54% aos 34.393 pontos.

Informações da Reuters

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